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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Recifes - Recriados Artificialmente



Enquanto muitos ignoram a destruição do Planeta e seus recursos naturais, uma pequena parcela luta para criar condições necessárias para melhorar o meio ambiente.
No intuito de criar zonas de interesse para peixes, vagões velhos ou inutilizados estão sendo jogados no oceano e com isso diversos animais marinhos estão sendo atraídos para estes locais, formando assim novos recifes.
Os benefícios vão além da criação de novos recifes, já que estes novos locais podem ser melhor explorados por fotógrafos e mergulhadores, sem causar danos aos recifes naturais que são mais frágeis e sensíveis.
A prefeitura de Nova York destina os vagões que não podem mais ser recuperados, mas é possível encontrar também no fundo do mar, aviões e navios que já se transformaram em parte integrante da vida marinha.
Não há informações de quanto tempo vai demorar para que os novos habitats estejam totalmente ocupados.


No Brasil a Associação MarBrasil faz um trabalho semelhante descartando blocos de concreto na costa paranaense para servirem de moradia para a vida marinha, tudo com a autorização do Ibama, é claro.
Do ano de 2010 até 2013, durante a primeira fase do projeto, foram criados na costa paranaense mais de 3 mil recifes artificiais, visando recuperar e conservar a vida de espécies marinhas.
O Projeto Rebimar constatou uma rápida colonização dos blocos de concreto, mas ainda não é possível avaliar a produção dos recifes e sua influência na pescaria artesanal, embora haja relatos de pescadores do entorno afirmando o aumento de peixes na região.






Estado de Atenção



A revista Science Magazine divulgou  uma estimativa da quantidade de lixo plástico descartado nos oceanos em 2014. 
O estudo divulgado pela revista Science pesquisou os quase 200 países que são banhados pelos mares e oceanos e os índices são alarmantes.
Estima-se que cerca de 15 sacolas cheias de lixo plástico são descartadas a cada metro de praia durante um ano, só a China descarta cerca de nove milhões de toneladas de lixo plástico durante um ano.
Neste triste ranking do lixo, a Indonésia ocupa o segundo lugar, o Brasil é o 16º colocado, a frente dos Estados Unidos que ficam na 20ª posição.
Desse lixo que não é descartado, coletado e nem tratado adequadamente, sai o que polui os mares. Em 2010, os 192 países produziram, juntos, 275 milhões de toneladas de lixo plástico. Só nos litorais, foram quase cem milhões de toneladas. Oito milhões foram parar nos oceanos. E só uma pequena parte ficou flutuando, quase tudo foi para o fundo. 
O plástico está se acumulando no fundo dos oceanos e vai demorar décadas para se degradar.

A diminuição na produção de lixo no mundo deve ser estimulada e a coleta e reciclagem podem ser aliadas para combater esta prática tão prejudicial ao planeta. Fato é que mudanças no comportamento devem ser imediatas, o planeta não aguenta mais tanto descaso. 
A WWF Brasil estimula o consumo consciente e a diminuição do impacto prejudicial do Homem no Meio Ambiente, vale a pena visitar o site e conhecer melhor as maneiras, para contribuir com um mundo melhor para todos. 

www.wwf.org.br


sábado, 22 de outubro de 2011

Números Ecológicos - Parte l


É sempre interessante ter parâmetros baseados em números, desta forma é possível implementar ações em determinadas áreas. No que diz respeito aos números relacionados ao meio-ambiente nem sempre temos surpresas agradáveis, não que seja somente notícias más, é que em sua grande maioria os números e estatísticas comprovam nossa ineficiência em cuidar do Planeta.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Sacolas Plásticas - Recuse

Aquário Gigante

Planta tem Sentimentos?


Plantas tem sentimentos?
Tudo indica que sim. As primeiras experiências científicas sobre esse fenômeno começaram em 1966, em Nova York, quase por acaso. Para saciar sua curiosidade, o norte-americano Cleve Beckster, um dos maiores especialistas em detecção de mentiras da época, resolveu colocar os eletrodos de um polígrafo – aparelho detector de mentiras – nas folhas de uma exuberante Dracaena massangeana (dracena, no popular). Mesmo diante de uma planta, para seu espanto, imediatamente ao colocar as agulhas do polígrafo sobre as folhas os ponteiros do aparelho começaram a se mexer, provando que a planta emitia impulsos. O efeito se repetiu dramaticamente quando ele colocou uma caixa de fósforos perto das folhas ou simulou situações em que a planta pudesse ser ameaçada. Da mesma maneira, o pesquisador verificou por acaso, que a planta também reagia a estímulos de carinho ou palavras proferidas com afeto. A inesperada e surpreendente experiência de Beckster abriu um campo enorme de pesquisas para outros cientistas, em diversos países que se aprofundaram neste campo. Boa parte desses estudos estão descritos num clássico do gênero, o livro A Vida Secreta das Plantas, dos norte-americanos Peter Tompkins e Chistopher Bird. Embora não pareça mas muitos amantes da Natureza já descobriram isso sem ajuda de nenhum aparelho e sim pelo simples fato de observar, respeitar e entender os seres verdes que nos rodeiam, que são tão vivos quanto cada um de nós, portanto, conversar com sua planta, além dos cuidados necessários é o melhor que você pode dar à ela.

Água Morta

Brincando com o Perigo


Teste com brinquedos encontra 390 vezes a quantidade de ftalatos permitida pela legislação, as substâncias tóxicas, que podem oferecer riscos à saúde, foram detectadas em sete dos 17 produtos testados. O Idec realizou um teste com 31 brinquedos para avaliar se os fabricantes estavam cumprindo a Portaria nº 369/2007 do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) que determina o limite de 0,1% de ftalatos (DINP, DIDP, DNOP, DEHP, DBP e BBP) na composição de brinquedos feitos a base de PVC.

Além disso, o teste procurou também excesso de metais pesados como antimônio, arsênio, bário, cádmio, chumbo, cromo, mercúrio e selênio, todos limitados pela legislação brasileira. Ao todo, oito brinquedos apresentaram níveis elevados de ftalatos e nenhum trazia metais pesados além do permitido.

Quatro dos produtos analisados contêm quantidades muito além da permitida para menores de três anos de um tipo de ftalato, o DINP: o Lovely Collection traz 39% do composto; o Shrek 3 traz 38%; o Meu primeiro boliche, 32%; e a Mônica é composta de 30% dessa substância.

Em quatro dos brinquedos testados, as concentrações são elevadas para o DEHP, proibido para qualquer idade, além de 0,1%. São eles: o Funny Car, com 6%; o Shrek 3 (também com elevado índice de DINP), com 2%; o Garu, com 0,2%; e o Smille & Learn Turminha Legal, também com 0,2%. Na embalagem do Funny Car, da Plastbrinq, há inclusive um "selo" em que se lê "não contém ftalatos".

A Portaria nº 369/07 do Inmetro faz distinção para brinquedos destinados a cada faixa etária. Os ftalatos DINP, DIDP e DNOP estão liberados para os produtos destinados aos maiores de 3 anos, mas não para os menores, tendo que respeitar o limite de 0,1%. Já os ftalatos DEHP, DBP e BBP são proibidos para qualquer faixa etária em concentrações maiores de 0,1%.

Os ftalatos são responsáveis por deixar maleável o PVC - sigla para policloreto de vinila, um tipo de plástico muito comum em brinquedos e em outros produtos. Essas substâncias são suspeitas de provocar problemas no fígado, nos rins e no sistema reprodutivo, além de serem considerados potencialmente cancerígenas. Elas são absorvidos pelo organismo em contato com a pele, com a saliva ou pela inalação.


 
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