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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Estado de Atenção



A revista Science Magazine divulgou  uma estimativa da quantidade de lixo plástico descartado nos oceanos em 2014. 
O estudo divulgado pela revista Science pesquisou os quase 200 países que são banhados pelos mares e oceanos e os índices são alarmantes.
Estima-se que cerca de 15 sacolas cheias de lixo plástico são descartadas a cada metro de praia durante um ano, só a China descarta cerca de nove milhões de toneladas de lixo plástico durante um ano.
Neste triste ranking do lixo, a Indonésia ocupa o segundo lugar, o Brasil é o 16º colocado, a frente dos Estados Unidos que ficam na 20ª posição.
Desse lixo que não é descartado, coletado e nem tratado adequadamente, sai o que polui os mares. Em 2010, os 192 países produziram, juntos, 275 milhões de toneladas de lixo plástico. Só nos litorais, foram quase cem milhões de toneladas. Oito milhões foram parar nos oceanos. E só uma pequena parte ficou flutuando, quase tudo foi para o fundo. 
O plástico está se acumulando no fundo dos oceanos e vai demorar décadas para se degradar.

A diminuição na produção de lixo no mundo deve ser estimulada e a coleta e reciclagem podem ser aliadas para combater esta prática tão prejudicial ao planeta. Fato é que mudanças no comportamento devem ser imediatas, o planeta não aguenta mais tanto descaso. 
A WWF Brasil estimula o consumo consciente e a diminuição do impacto prejudicial do Homem no Meio Ambiente, vale a pena visitar o site e conhecer melhor as maneiras, para contribuir com um mundo melhor para todos. 

www.wwf.org.br


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Construção Verde

domingo, 2 de janeiro de 2011

Aumento de Temperatura



Durante a 11º Conferência das Cidades, o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) revelou que a grande São Paulo teve um aumento de temperatura de cerca de 2 a 4ºC nos últimos 30 anos e que até o final do século a temperatura na capital Paulista pode subir outros 3ºC em virtude do aquecimento global. Este fato é atribuído à ocupação desordenada da cidade o que causou a formação de "ilhas de calor". O pior é que pesquisadores afirmam que mesmo se o processo de urbanização da cidade pudesse ser interrompido, o aquecimento previsto até 2100 não poderia ser evitado.
A capital Paulista já sofre com um período de estiagem mais prolongado, chuvas mais intensas, que causam inundações, e até mesmo aumento da incidência de raios.
Estudos revelam que além dos riscos ambientais, o adensamento das grandes cidades está gerando metrópoles sem coesão e planejamento, fato este que força cada vez mais os próprios cidadãos resolvem os problemas de mobilidade e de moradia. Por consequencia destas atitudes surgem favelas e ocupações irregulares o que faz agravar os problemas ambientais e acelerar o processo.
Para reverter este quadro é preciso a adoção urgente de políticas capazes de solucionar o problema da ocupação das cidades, é preciso planejamento e propostas eficazes já que grande parte da população mundial está se tornando urbana. Segundo a ONU, as populações urbanas são responsáveis por 75% do consumo de energia e bens e responsáveis por 80% das emissões de carbono, ou seja, essa população desenfreada é que esta causando o aquecimento global.
A 11ª Conferência das Cidades foi promovida pela Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. O tema da conferência neste ano foi "O futuro das cidades no novo contexto socioambiental".

domingo, 26 de dezembro de 2010

Consciente Coletivo - Parte 1 e 2

sábado, 25 de dezembro de 2010

Salvando o Planeta

 
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