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domingo, 26 de abril de 2015

Nosso Bem Maior



O crescimento populacional, a industrialização, a expansão da agricultura e as mudanças climáticas, fenômenos inerentes ao desenvolvimento do país, vêm, constante e inevitavelmente contribuindo para o processo de degradação e escassez dos recursos hídricos. Não é necessário maiores entendimentos técnicos para compreender que, do fenômeno da intensa urbanização fatalmente decorrerá aumento da demanda - seja para seu consumo, seja com relação à descarrega de recursos hídricos contaminados, sendo fundamental que a infraestrutura de abastecimento acompanhe este fenômeno, que ao meu ver veio para ficar.
Soluções a curto, médio e longo prazo precisam ser estabelecidos, levando em conta o aumento populacional e as atuais condições climáticas que tendem em modificar gradualmente pelos diversos ataques sistemáticos do homem no meio ambiente. 
É preciso a consciência de que valores gastos hoje com investimentos serão mínimos diante dos grandes impactos econômicos e sociais pela falta d´água nos anos vindouros, a água deve ser tratada como ela realmente merece, o bem mais precioso que temos, depois da vida, é claro.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Estado de Atenção



A revista Science Magazine divulgou  uma estimativa da quantidade de lixo plástico descartado nos oceanos em 2014. 
O estudo divulgado pela revista Science pesquisou os quase 200 países que são banhados pelos mares e oceanos e os índices são alarmantes.
Estima-se que cerca de 15 sacolas cheias de lixo plástico são descartadas a cada metro de praia durante um ano, só a China descarta cerca de nove milhões de toneladas de lixo plástico durante um ano.
Neste triste ranking do lixo, a Indonésia ocupa o segundo lugar, o Brasil é o 16º colocado, a frente dos Estados Unidos que ficam na 20ª posição.
Desse lixo que não é descartado, coletado e nem tratado adequadamente, sai o que polui os mares. Em 2010, os 192 países produziram, juntos, 275 milhões de toneladas de lixo plástico. Só nos litorais, foram quase cem milhões de toneladas. Oito milhões foram parar nos oceanos. E só uma pequena parte ficou flutuando, quase tudo foi para o fundo. 
O plástico está se acumulando no fundo dos oceanos e vai demorar décadas para se degradar.

A diminuição na produção de lixo no mundo deve ser estimulada e a coleta e reciclagem podem ser aliadas para combater esta prática tão prejudicial ao planeta. Fato é que mudanças no comportamento devem ser imediatas, o planeta não aguenta mais tanto descaso. 
A WWF Brasil estimula o consumo consciente e a diminuição do impacto prejudicial do Homem no Meio Ambiente, vale a pena visitar o site e conhecer melhor as maneiras, para contribuir com um mundo melhor para todos. 

www.wwf.org.br


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Com Sede ao Pote


A Primavera já trouxe um pouco de "alívio" para o interior de São Paulo esta semana, a chuva chegou tímida, mas foi suficiente para lavar a poeira suspensa no ar. Mesmo sendo pouca, a chuva já começa transformar a vegetação e até mesmo os pequeninos moradores da Natureza, já sentem uma mudança agradável no clima, os passarinhos e borboletas cortejam a chegada da chuva com muito entusiasmo.
Com o avanço na construção de grandes cidades, cada vez mais o solo se torna impermeável, prejudicando assim este ciclo natural de absorção da água, se não bastasse, a água da chuva que cai nas cidades acaba se misturando com lixo, agentes infecciosos e diversas substâncias que podem contaminar a água que volta para a Natureza. O pensamento do ser humano em relação aos recursos hídricos tem que mudar de maneira radical, imaginar que a Natureza pode se adaptar ao consumo excessivo e abusivo de água por parte do ser humano, não passa de utopia e ignorância, desde criança sabemos que estes recursos são limitados. Por milhares de anos, a água é incansavelmente reciclada pela Natureza formando um ciclo, não aumenta e nem diminui, mas é nítido que pode desaparecer de uma determinada área e ser mais abundante em outra, dependendo da maneira como é "tratada" (maltratada) pelo homem.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Falando ao Coração



A maneira que vivemos e que tratamos o Meio ambiente tem contribuído muito para o aquecimento do planeta nos últimos anos.
De acordo com dados obtidos pelo IPCC (Painel Intragovernamental sobre mudanças climáticas - em inglês) o nosso planeta pode ter um aumento significativo de temperatura até o ano de 2100, estima-se que a Terra até lá aquecerá cerca de 3º C.
O grande problema é que mesmo se todos nós mantivermos os níveis de produção mundial como estão hoje ou até, que parássemos algumas produções, classificadas como menos importantes, ainda assim a temperatura da Terra continuaria aumentando no decorrer dos próximos anos.
Cientistas por todo o mundo trabalham numa solução que possa reverter este quadro, mas com a maneira predatória que o planeta vem sendo tratado com o decorrer do tempo, tornam as nossas chances cada vez mais escassas.
Plantar árvores esta se tornando cada vez mais insuficiente para reverter esta situação, já que, se polui muito mais do que se recupera. Grandes empresas poluidoras começaram a investir cada vez mais em programas de reflorestamento, para compensar as toneladas de carbono dispersas no ar constantemente, mas a solução esta em conseguir formas de energias limpas.
A grande população também deve colaborar reciclando, optando por alimentos cada vez mais com menos embalagens, abastecendo seus veículos com Etanol ao invés de gasolina ou óleo diesel, entre outras.
As consequências deste aumento da temperatura já são visíveis, nunca na história do Planeta se viu tantas catástrofes naturais como tem acontecido ultimamente, a Natureza se demonstra insatisfeita com o descaso que vem sendo tratada. A intensidade e a violência destes fenômenos tem assustado a todos, mas enquanto não houver uma conscientização sistemática sobre este assunto, infelizmente teremos cada vez mais tragédias.
Precisamos fazer nossa parte para garantir o futuro de nossa espécie.


domingo, 26 de dezembro de 2010

A História das Coisas - Parte 1

sábado, 25 de setembro de 2010

Vida em Extinção


O elegante bichinho da foto acima é o tatu-canastra (Priodontes giganteus) ou tatu-açu, como também é conhecido.
Inofensivo ele é considerado a maior espécie da sua família, pois pode pesar até 60kg e atingir até um metro de comprimento.
Apesar de não oferecer perigo algum, já que alimenta-se apenas de insetos, folhas e frutos, se encontra em fase de extinção. E, infelizmente, isso acontece por causa do sabor de sua carne que, para muitos caçadores, é um prato cheio.
Ajude a proteger os animais silvestres em extinção, denuncie caçadores e faça valer a leis de proteção, a Natureza e as futuras gerações agradecem.

Visite nosso site http://www.multifloranet.com.br
Floricultura Multiflora Fernandopolis com fabricação própria de vasos ornamentais
Fonte: Europa
Foto: Internet/Google
 
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