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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Colorindo o Cinza





Eduardo Kobra um artista brasileiro que já teve sua arte divulgada por vários países do mundo, decidiu expressar sua arte aqui no Brasil de uma maneira bem diferente. O artista usou muita cor e imaginação para colorir dois tanques gigantescos de uma empresa do Polo Industrial de Cubatão (SP). Caracterizada por tons fortes e marcantes, ele quis com a arte contrapor o ambiente mais pesado, característico das grandes indústrias, com um cenário um pouco mais agradável e vibrante.
Cada tanque de armazenamento de gás da empresa Linde, com cerca de 14 metros de altura por 17 de diâmetro, foram transformados em grandes telas coloridas. A empresa fica às margens da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, trecho do Sistema Anchieta-Imigrantes que liga Cubatão a Guarujá, no litoral de São Paulo, por onde passam diariamente milhares de veículos.
Cubatão que já foi conhecida como uma das cidades mais poluídas do mundo, hoje é uma cidade bem diferente e a preocupação com o meio ambiente tem sido meta de moradores, do poder público e das grandes empresas e ações como esta demonstra esta nova realidade, de uma cidade que se preocupa com o uso dos recursos naturais e de como deve preservá-los.
O trabalho que durou cerca de 60 dias para ficar pronto consumiu cerca de 70 litros de tinta poliuretano, tinta normalmente utilizada em estruturas metálicas industriais. Este tipo de tinta foi utilizada pelo fato da obra estar bem próxima ao litoral onde as condições climáticas são mais severas.

domingo, 26 de abril de 2015

Nosso Bem Maior



O crescimento populacional, a industrialização, a expansão da agricultura e as mudanças climáticas, fenômenos inerentes ao desenvolvimento do país, vêm, constante e inevitavelmente contribuindo para o processo de degradação e escassez dos recursos hídricos. Não é necessário maiores entendimentos técnicos para compreender que, do fenômeno da intensa urbanização fatalmente decorrerá aumento da demanda - seja para seu consumo, seja com relação à descarrega de recursos hídricos contaminados, sendo fundamental que a infraestrutura de abastecimento acompanhe este fenômeno, que ao meu ver veio para ficar.
Soluções a curto, médio e longo prazo precisam ser estabelecidos, levando em conta o aumento populacional e as atuais condições climáticas que tendem em modificar gradualmente pelos diversos ataques sistemáticos do homem no meio ambiente. 
É preciso a consciência de que valores gastos hoje com investimentos serão mínimos diante dos grandes impactos econômicos e sociais pela falta d´água nos anos vindouros, a água deve ser tratada como ela realmente merece, o bem mais precioso que temos, depois da vida, é claro.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Recifes - Recriados Artificialmente



Enquanto muitos ignoram a destruição do Planeta e seus recursos naturais, uma pequena parcela luta para criar condições necessárias para melhorar o meio ambiente.
No intuito de criar zonas de interesse para peixes, vagões velhos ou inutilizados estão sendo jogados no oceano e com isso diversos animais marinhos estão sendo atraídos para estes locais, formando assim novos recifes.
Os benefícios vão além da criação de novos recifes, já que estes novos locais podem ser melhor explorados por fotógrafos e mergulhadores, sem causar danos aos recifes naturais que são mais frágeis e sensíveis.
A prefeitura de Nova York destina os vagões que não podem mais ser recuperados, mas é possível encontrar também no fundo do mar, aviões e navios que já se transformaram em parte integrante da vida marinha.
Não há informações de quanto tempo vai demorar para que os novos habitats estejam totalmente ocupados.


No Brasil a Associação MarBrasil faz um trabalho semelhante descartando blocos de concreto na costa paranaense para servirem de moradia para a vida marinha, tudo com a autorização do Ibama, é claro.
Do ano de 2010 até 2013, durante a primeira fase do projeto, foram criados na costa paranaense mais de 3 mil recifes artificiais, visando recuperar e conservar a vida de espécies marinhas.
O Projeto Rebimar constatou uma rápida colonização dos blocos de concreto, mas ainda não é possível avaliar a produção dos recifes e sua influência na pescaria artesanal, embora haja relatos de pescadores do entorno afirmando o aumento de peixes na região.






Estado de Atenção



A revista Science Magazine divulgou  uma estimativa da quantidade de lixo plástico descartado nos oceanos em 2014. 
O estudo divulgado pela revista Science pesquisou os quase 200 países que são banhados pelos mares e oceanos e os índices são alarmantes.
Estima-se que cerca de 15 sacolas cheias de lixo plástico são descartadas a cada metro de praia durante um ano, só a China descarta cerca de nove milhões de toneladas de lixo plástico durante um ano.
Neste triste ranking do lixo, a Indonésia ocupa o segundo lugar, o Brasil é o 16º colocado, a frente dos Estados Unidos que ficam na 20ª posição.
Desse lixo que não é descartado, coletado e nem tratado adequadamente, sai o que polui os mares. Em 2010, os 192 países produziram, juntos, 275 milhões de toneladas de lixo plástico. Só nos litorais, foram quase cem milhões de toneladas. Oito milhões foram parar nos oceanos. E só uma pequena parte ficou flutuando, quase tudo foi para o fundo. 
O plástico está se acumulando no fundo dos oceanos e vai demorar décadas para se degradar.

A diminuição na produção de lixo no mundo deve ser estimulada e a coleta e reciclagem podem ser aliadas para combater esta prática tão prejudicial ao planeta. Fato é que mudanças no comportamento devem ser imediatas, o planeta não aguenta mais tanto descaso. 
A WWF Brasil estimula o consumo consciente e a diminuição do impacto prejudicial do Homem no Meio Ambiente, vale a pena visitar o site e conhecer melhor as maneiras, para contribuir com um mundo melhor para todos. 

www.wwf.org.br


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Construção Verde

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Com Sede ao Pote


A Primavera já trouxe um pouco de "alívio" para o interior de São Paulo esta semana, a chuva chegou tímida, mas foi suficiente para lavar a poeira suspensa no ar. Mesmo sendo pouca, a chuva já começa transformar a vegetação e até mesmo os pequeninos moradores da Natureza, já sentem uma mudança agradável no clima, os passarinhos e borboletas cortejam a chegada da chuva com muito entusiasmo.
Com o avanço na construção de grandes cidades, cada vez mais o solo se torna impermeável, prejudicando assim este ciclo natural de absorção da água, se não bastasse, a água da chuva que cai nas cidades acaba se misturando com lixo, agentes infecciosos e diversas substâncias que podem contaminar a água que volta para a Natureza. O pensamento do ser humano em relação aos recursos hídricos tem que mudar de maneira radical, imaginar que a Natureza pode se adaptar ao consumo excessivo e abusivo de água por parte do ser humano, não passa de utopia e ignorância, desde criança sabemos que estes recursos são limitados. Por milhares de anos, a água é incansavelmente reciclada pela Natureza formando um ciclo, não aumenta e nem diminui, mas é nítido que pode desaparecer de uma determinada área e ser mais abundante em outra, dependendo da maneira como é "tratada" (maltratada) pelo homem.

sábado, 8 de outubro de 2011

Sempre Puro


Idealizar um ambiente com ar puro nas grandes metrópoles parece utopia, afinal são tantos veículos, industrias e concreto que parece um sonho distante descansar debaixo de um árvore e ver o sol se por no horizonte, de céu limpo e sem poluição. Quem mora no interior não faz ideia do que a palavra poluição significa, imaginamos totalmente diferente da realidade, geralmente confundindo poluição com lixo. Em contrapartida um morador do caos não tem noção do quanto é pacato e saudável o céu de quem vive nas pequenas cidades.



sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Esperança Sustentável


Que nosso país é cheio de contrastes todos já sabem, por um lado alguns destruindo os recursos naturais e de outro alguém preservando ou recuperando.
 
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